sábado, 13 de maio de 2017

Os empresários brasileiros e "abolição" dos Direitos Trabalhistas

Empresas brasileiras com Globo, Riachuelo, Marisa, Habib's e tantas outras mostram o quanto é atrasada a mentalidade da grande maioria da elite empresarial brasileira. Na verdade seus donos se afundam em suas ideologias, mas do que qualquer esquerdista intransigente, como eles costumam chamar aqueles que os criticam.

Isso revela os verdadeiros responsáveis pela estagnação e recuo da atividade econômica de um país com imenso potencial, e que nunca saí do imaginário "país do futuro".
Financiam políticos abutres e sistemas apodrecidos e não assumem sua devida responsabilidade em relação ao que temos hoje, uma baita crise política e econômica sob a égide de um governo corrupto e ilegítimo. Querem nos fazer acreditar que com a perda de direitos e destruição do estado social brasileiro teremos um país dinâmico e potencialmente desenvolvido.Quanta hipocrisia!

O 13 de maio de 2017 é mais do que representativo para uma reflexão sobre o que vivemos hoje, e de como será nosso futuro de subjugação total do trabalho ao capital numa perspectiva próxima.

Os senhores dos engenhos seguem mandando, só não vê quem não quer.
Querem se "libertar" da obrigatoriedade do respeito aos direitos do trabalhador, aumentando seus lucros. Mas para isso querem escravizar ainda mais o nosso povo.

O vídeo com o comentário do jornalista Luis Nassif sintetiza bem esse pensamento da atual elite empresarial do Brasil.




terça-feira, 28 de março de 2017

As armadilhas do MEI - Microempreendedor Individual



Em tempos de ataques aos direitos trabalhistas como aconteceu recentemente no caso da aprovação no Congresso da terceirização como atividade fim, o trabalhador tenta sobreviver ao bombardeio neoliberal contra seus direitos consagrados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) .

O fato é que na atual legislação já existem brechas que enfraquecem o trabalhador na relação entre patrão e empregado em tempos de precarização. Há alguns anos  patrões  já adotam essa pratica configurando uma relação de prestação de serviços entre empresa e empregado(a), maquiada como uma relação entre empresas. O  Microempreendedor Individual (MEI) é um grande exemplo disso.

“O MEI é a preparação da flexibilização travestida de garantia de direitos para "empreendedores”. Tem por detrás um discurso sedutor de que você não precisa descontar IR, INSS, etc. A parte boa é que como profissional liberal, já que sou jornalista, tenho a possibilidade de realizar “freelas” (serviços extras) para prestação de serviço por produção ou evento, por exemplo, com a possibilidade de emitir nota fiscal sem muita burocracia. Então, somente nesse aspecto apresenta um lado interessante para quem vive de serviços contratados como eu e outros profissionais de comunicação” – diz Pedro Martins, jornalista e cadastrado no programa.
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