quinta-feira, 27 de março de 2008

A emissora de Marconi Ferraço

Meus caros, a falsidade ideológica parece ser uma prática comum nas organizações Globo. A TV é alvo de duas ações motivadas por falsificação de documentos e assinaturas. O mais recentemente é um caso ocorrido no "Lata Velha", quadro do programa "Caldeirão do Hulk", que reforma carros antigos mediante uma apresentação artística seus donos. O escândalo veio à tona depois que o Jornal do Brasil fez uma reportagem contando a história de João Marcelo Teixeira, proprietário de um quiosque na praia do Recreio que participou do quadro para a reforma do seu Opala 79.



Após interpretar "Solo mio" de Luciano Pavarotti, Teixeira recebeu seu "Ogro", apelido que deu ao veículo, todo modificado e novo, mas no dia seguinte teve o automóvel rebocado pela produção do programa que alegou ser necessário o procedimento para legalização da documentação do carro. O que João Marcelo não esperava, era receber de volta outro veículo - uma Caravan 79 - com o recibo de compra no valor de R$ 4.200,00 e sua assinatura falsificada no documento de tranferência. Depois disso, a vida de Marcelo virou um inferno, ele procurou a produção do Caldeirão pedindo o Ogro de volta e chegou até ser recebido pelo diretor da emissora, Aloísio Legey. Como não foi atendido na sua solicitação, o caso agora corre na justiça na 1º Vara Cívil de Jacarepaguá.




Outro caso de falsificação que corre em juízo envolvendo o grupo, é referente

a uma antiga ação de anulação do contrato na transferência da antiga TV Paulista, atual TV Globo de São Paulo. O ajuizamento é feito pela família Ortiz Monteiro que acusa o falecido Roberto Marinho de fraudar os documentos de transferência. O processo tramita na 4º turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O principal argumento da família Monteiro é uma perícia realizada pelo Instituto Del Picchia que atesta "falsificação grosseira" em cópia dos documentos apresentados por Marinho. As procurações, por exemplo, trazem o número do CIC - o atual CPF - quando esse tipo de identificação nem havia sido criado pelo governo brasileiro, o que só foi ocorrer em 1969. A família Ortiz Monteiro, ex-acionista majoritária da então TV Paulista vem tentando comprovar na Justiça a inexistência de ato jurídico na compra da televisão.



A questão envolve intrincadas negociações que remetem à época do regime militar no Brasil, período no qual a Rede Globo se tornou o maior grupo de comunicação da América do Sul, graças ao apoio da ditadura. É bom lembrar que a Globo São Paulo responde por mais de 50% do faturamento da emissora.


Desse jeito dá para confiar no resultado do BBB 8 e na campanha de arrecadação de fundos do Criança Esperança?
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