domingo, 5 de outubro de 2014

As novas oligarquias cariocas

O junho de 2013 não acabou, e mais um dia dele se passou nessas eleições. Vale uma reflexão quando Levir Fidelix consegue quase 500 mil votos para presidente com um discurso ultraconservador.

Aqui no Rio novas oligarquias se formam como a família Bolsonaro, que elegeu o pai com quase 10% dos votos para Dep. Federal e o filho na Alerj como o terceiro mais votado, com mais de 160 mil. A família Picciani elegeu o pai e os dois filhos com mais de 300 mil. Sérgio Cabral elegeu seu primogênito com 119 mil votos também para representar o Rio em Brasília.

Ainda tem o "lobista"  Eduardo Cunha com mais de 230 mil votos para a Câmara Federal. Quando se achava estar avançando nos direitos das minorias, na busca de uma democracia mais participativa, de um Estado mais transparente, eis que o povo deu o seu recado. Eu confesso que esse recado me preocupa bastante. É paradoxal, as pessoas se dizem cansadas da política fisiológica e elegem essas oligarquias, Como explicar e mudar isso?
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