sábado, 26 de novembro de 2016

Fidel e a história

Fidel discursa na segunda assembleia nacional do povo de Cuba, na Praça da Revolução em 4 de fevereiro de 1962 - Havana. Foto: CubaHora
Nenhuma novidade nas falas de Obama e Trump sobre a morte de Fidel. Nada além de uma retórica arrogante que tenta minimizar a história de Fidel Castro. Que respeito os EUA tem por outros países e direitos humanos?

O quanto matam diretamente e indiretamente no mundo com suas guerras? O quanto suas corporações surrupiam recursos de outros países como fazem agora com o Brasil?

Obama e Trump representam morte, guerras e exploração. São bonecos de um império que foi dignamente enfrentado pela Revolução Cubana.

Só esse fato já dá a Fidel o protagonismo inquestionável de seu papel, indica que ele não precisa ser mais julgado pela história. Ele já é a história. Quem precisa prestar contas com a história são aqueles que semeiam guerras, muros e criam atrocidades como o Estado Islâmico.


O povo americano, assim como o brasileiro, não merece uma elite e governo que só se compromete com os grandes interesses corporativos que bancam a fome, analfabetismo e violência.


É esse mesmo povo que vai julgar esse sistema, junto com Obama e Trump. O espirito do tempo dirá e a história os julgará. 
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